vida
vida
vida
Os maias que me perdoem, mas prefiro pensar no antônimo mais lindo de fim. Sim, nada de fim. Começo, como eu mereço. Como você, seu mundo, seu pequeno grande universo merecem. E ponto final. Ou melhor, reticências. Enche de reticências a sua vida, enche de alegria cada página em branco,
vida
Perdeu a hora. 40 minutos, para ser mais exata. Atrasada para o trabalho, agradavelmente adiantada no sonho. Quase no finzinho, por que é mesmo que tinha que acabar? Esdrúxulo. Imprevisível. Indizível para o seu analista. Inanalisável, se é que existe essa palavra. (Existe.) Desejo, anseio, seios fartos para alimentar um
vida
Tem coisas que você não se lembra mais. Tem coisas que grudam na memória como Super Bonder. Super doídas, absurdamente vivas, capazes de arrancar pedaço e tirar o sono. Tem gente que se pergunta como é que a ciência ainda não inventou a pílula do esquecimento. Quem dera esquecer o
Amor
Amanheço. Agradeço. Enterneço de amor pela montanha que faz nascer o sol. Choro olhos enluarados de emoção. Agradeço a todos os santos, todos os anjos, todo santo dia por este novembro que nasceu poema. Primeiro de novembro. Te escrevo, te leio, te recito, te lembro. Entardeço. Agradeço. Enterneço de novo
Amor
Não era seu aniversário. Nenhuma data especial, nenhum evento extraordinário no calendário. Nada importante a comemorar, a não ser a própria vida. SUA vida, inteira e simplesmente. Passou numa floricultura, saiu perfumando a rua. Passou no salão, marcou um spa de pé. Passou a mão na bolsa, foi namorar vitrine.
Amor
Quebro meu jejum de quase trinta dias ao fim do Yom Kipur. Jejum de palavras, rimas, versos, vírgulas. Quase morro de inanição. Sinagoga cheia (nunca vi tão cheia) no Dia do Perdão. Cheia de raízes, netos, filhos. Cheia de Deus, de mim, começo e sim. Lindeza de gente reunida pelo
Trabalho
Trabalho no oitavo andar com vista pro mar. Entre uma pausa e outra, café com biscoito, descanso os olhos sobre o verde-azul infinito que decora o fundo de tela do meu computador. ………………………………………………………….. Trabalho no oitavo andar com vista pro AMAR. Entre uma caixa de lenço e outra, detenho os olhos
vida
O inesquecível roteiro de viagem à Alemanha incluía castelos medievais, sinos no café da manhã, alpes com neve margeando a charmosa Estrada Romântica. Campo de concentração não. Não combinava, não precisava, absolutamente não fazia parte dos nossos planos. Mas como em determinado momento a viagem a dois se transformou num
Mulheres
Quem diria. O céu que amanheceu cinzento ganhou cor ao meio-dia. Céu de brigadeiro. A chuva que insistia em cair mudou de ideia e de rumo. Deu lugar ao sol, solamente. O frio foi embora, levado por uma corrente marítima talvez. Levado de levadeza. Fez calor. Fez falta, festa e
Amor
Depois das emoções dos últimos acontecimentos, o blog volta à sua vidinha normal, mas não sem antes prestar homenagem ao nosso querido Carlos Drummond de Andrade, que uma vez disse: “A vida necessita de pausas.” (…) “Pauseada” que estou, vim buscar novas emoções e – como diz o Dé, inspiração – nas indescritíveis
Amor
Ingredientes: * 102 páginas de emoção, alegria, prosa, poesia. * Amor de mãe, de pai, de filho. * Amor dos namorados e dos bem-casados. * Cartas de amor, carpe diem, aniversário de casamento, último beijo. * Pedaços de amor por toda a parte. Modo de fazer: Misture tudo, leve com você onde for, leia com