E por aí vai

Pôr do sol. Posto está.
Sem volta, sem querer, sem mais.
Foi mal. Indo. Rindo. Foi. Tchau.
O dia. A cena. As horas.
O tempo que não volta.
Os momentos que ficam.
Pra sempre. Solamente.
Pode o amor se pôr?
Por aí vai.

Pôr do sol. Posto está.
Sem volta, sem querer, sem mais.
Foi mal. Indo. Rindo. Foi. Tchau.
O dia. A cena. As horas.
O tempo que não volta.
Os momentos que ficam.
Pra sempre. Solamente.
Pode o amor se pôr?
Por aí vai.
A gente olha pra fora. Enxerga o lado de dentro. Alumia o coração. Faz morada no sentimento.
Levei meus olhos pra passear. Fui em boa companhia e ainda tive a honra de me encontrar com o Tempo. O moço tirou alguns minutos pra conversar comigo. Um dedo de prosa, como falamos aqui em Minas. Marcou um encontro a 100 metros da praia, na Alameda da Felicidade número
Sobre o amor, a vida, a delicadeza da existência humana em seus recortes de dor e esperança. Sobre o trabalho, a família, as pontes que nos conectam e os abismos que nos lançam ao profundo vazio da solidão. “Sonhos de trem” é um filme que nos leva com ele. Sensível,
Há dois "Feliz Ano Novo" pra mim. Aquele que à meia-noite nos recebe com festa, vestido de fogos de artifício e os desejos mais bonitos; e aquele que se inicia quando a viagem termina. (Será que ela termina?) Dentro de mim ainda sou céu, estrada, ponte, frio,